[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Na maioria dos países, a profissão mais antiga do mundo não foi regulamentada. Mulheres, travestis, pessoas trans e homens que exercem trabalho sexual não têm direito a férias, folgas, aposentadoria, auxílio em caso de doença. Não podem formar sindicatos, não podem cobrar serviços prestados e não pagos, nem questionar abusos e más condições de trabalho em casas de prostituição. Em alguns lugares, o cenário é pior: a venda consensual de sexo entre adultos é crime. O estigma da criminalização impede que prostitutas denunciem violências praticadas por clientes ou mesmo pela polícia, e dificulta o acesso a serviços de saúde e educação.

Sim, prostituição é tabu. O comércio do sexo é governado pela desigualdade patriarcal, e para muitas pessoas o exercício da prostituição é menos escolha do que estratégia de sobrevivência. Mas proteger não pode ser sinônimo de fazer calar, ameaçar, prender. Precisamos ouvir os movimentos de prostitutas, e elas lutam por menos polícia e mais direitos.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]