[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A página “Orgulho de ser Hétero” foi desativada do Facebook depois de denúncias por conteúdo ofensivo. Páginas feministas caíram em seguida, diz-se até que em retaliação. A atriz Taís Araújo sofreu ataques racistas na mesma rede social e acionou a polícia. A blogueira feminista Lola Aronovich foi alvo de uma grosseira campanha de difamação liderada por quem tem tempo de sobra e argumentos de menos para debater com ela. Não está sendo fácil manter uma #falaçãosemódio nas redes. Não há relativismo que nos assuste — fala quem quiser, como quiser e quando quiser, sim, mas falação que discrimina, restringe direitos ou inspira violência é injusta.

Então cá estamos pensando em regras de convivência on-line. A verdade é que criar site, blog ou página do Facebook dedicados a debates é um ato de confiança em gentes. O Vozes da Igualdade existe porque, assim como tantas outras pessoas, acreditamos que é possível trocar ideias e manter a civilidade na palavra sem nos vermos, convivermos, ou — pasmem — mesmo sem concordarmos. Temos uma única regra: a da conversa genuína. Nosso lema de gentileza nas formas e nos modos de falar é menos por doçura e mais por apego à qualidade do debate. O ódio ofende, oprime, silencia, e é estratégia frágil para a discordância. Quando sobram ofensas, é sinal de que faltam argumentos e evidências.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]