[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Um espetinho de churrasco, um casaco de pele, uma nova sombra que promete não irritar os olhos, um show com baleias em um parque aquático. O que esses produtos têm em comum? A exploração de animais não humanos. Grande parte de nosso consumo diário traz uma afirmação embutida: animais de outras espécies existem para satisfazer nossos interesses, seja em fazendas industriais e matadouros, seja em laboratórios de testes de cosméticos, ou ainda em zoológicos.

Todas essas práticas têm um nome novo e ainda pouco conhecido: especismo, isto é, a discriminação contra outras espécies de animais. A palavra ainda nos soa estranha, mas queremos levar sua provocação a sério: desconfiamos da ideia de que seja justo explorar, torturar e matar outros animais em nome da comilança, do lazer, da moda ou da ciência. Assim como o racismo e o sexismo, o especismo está tão integrado ao nosso dia a dia que é difícil reconhecê-lo. Este é o nosso desafio da vez: enfrentar uma palavra nova, especismo, para imaginar um mundo mais justo também para galinhas, peixes, bois, elefantes, gatos, camundongos, cães, macacos, cobras.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]