[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ button_color=”black” font_weight=”” hover_bg=”#c7aae2″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”1038″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Géssica é mãe de Samara, casada com Silvandro e moradora de Juazeirinho, na Paraíba. Descobriu-se grávida do segundo filho em 2015 e desejava muito dessa vez ter um menino. Pagou do próprio bolso o ultrassom que revelaria o sexo do bebê, mas o mesmo exame trouxe a angústia que a acompanharia até o fim da gravidez: o feto apresentava problemas sérios de desenvolvimento, sinais de uma infecção congênita. Doutora Adriana Melo, de Campina Grande, foi quem fez a pergunta certeira: “Teve zika na gravidez?” “Tive”.

Géssica seria personagem importante na nova ciência do zika no Brasil, a primeira mulher a doar o líquido amniótico para a testagem da tese de que o vírus atravessa a placenta de mulheres infectadas e causa efeitos devastadores na gestação. João Guilherme nasceu para viver apenas poucos instantes, mas Géssica lembra de ter feito “tudo o que uma mãe quer fazer com um filho: eu cheirei, ninei até me despedir, mesmo com ele já morto”. E fez mais do que isso: ainda na maternidade, autorizou a equipe médica a destinar o corpo de seu filho à pesquisa científica sobre o zika. Foi seu segundo gesto solidário à humanidade.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]