[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O que você exibe nos adesivos do seu carro? Talvez o tamanho da sua família, seu time do coração, uma referência religiosa ou uma preferência política. Para falar de política nos adesivos, há formatos consagrados: o número do seu candidato, “Fora Fulana”, “A culpa não é minha, eu votei em Sicrano”, um símbolo de partido. Críticos da presidenta Dilma perderam o senso do razoável: querem protestar contra o aumento da gasolina com uma imagem de estupro.

Sim, estupro. A imagem é uma montagem com o rosto da presidenta e pernas femininas abertas, colada próximo ao tanque de combustível do carro, de modo que a entrada da bomba de gasolina simula penetração. Não entendeu a relação entre preço da gasolina e estupro? Nem nós. É porque o adesivo não faz crítica política, apenas reproduz violência. É uma mensagem de ódio contra a presidenta e contra as mulheres. A política é hostil às mulheres; elas ainda são poucas em cargos eletivos, e críticas a sua atuação se confundem com sexismo. O adesivo odioso é prova disso.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]