[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Um drone atravessa a fronteira entre a Alemanha e a Polônia, levando medicamentos abortivos para duas mulheres. Em terras polonesas, o medicamento salvará as vidas de mulheres que enfrentam uma gravidez indesejada. Para o Women on Waves — e também para nós da Anis —, aborto é uma questão de política pública e uma necessidade de saúde. Elas pilotam sites, barcos e drones. Nós pilotamos o Vozes da Igualdade para provocar o debate.

O drama da ilegalidade do aborto não é uma exclusividade das polonesas. O mapa sobre as legislações de aborto no mundo do Instituto Guttmacher mostra o cenário tenebroso do acesso ao aborto para as mulheres. No Brasil, a permissão para o aborto também é excepcional: só em casos de risco de morte para a mulher, estupro ou gravidez de feto anencéfalo. O Ministério da Saúde tem normas técnicas sobre o tema e sugere serviços médicos de referência. Se o aborto legal é real nos papéis da política pública, na vida das mulheres a história é outra. É isso que mostra a pesquisa “Serviços de aborto legal no Brasil — um estudo nacional”, realizada pela Anis com financiamento da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR). As barreiras no acesso ao aborto legal são múltiplas. Quantos drones são necessários para fazer uma política pública de aborto legal funcionar?

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]