[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O anúncio da substituição da Coordenação Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde deixou movimentos da luta antimanicomial em rebuliço. O antigo coordenador, Roberto Tykanori, ajudou a denunciar maus-tratos que levaram ao fechamento de um manicômio dirigido por anos pelo novo nomeado, Valencius Duarte W. Filho. As diferenças de currículo são indícios de retrocesso na política de atenção a pessoas em sofrimento mental: de uma rede territorial e comunitária de cuidado em liberdade, construída pela reforma psiquiátrica, para o modelo anterior de isolamento e tratamentos degradantes em máquinas de abandono disfarçadas de hospitais.

Há quem diga que o novo coordenador mudou, que aprendeu e hoje é apoiador da reforma psiquiátrica, consolidada pela Lei de Saúde Mental de 2001. Reunidos em protestos no Rio de Janeiro, em Brasília, em São Paulo, em Recife, em Belo Horizonte e até em uma ocupação no Ministério da Saúde, usuários, familiares e trabalhadores de saúde mental respondem: se houve mudança, não é suficiente. Não admitem o flerte com o passado recente de direitos violados, pacientes nus, algemados, desaparecidos da vida. Ocupam ruas e salas para evitar que manicômios voltem a se encher. Nós nos somamos ao grito por uma sociedade com práticas de saúde baseadas na liberdade, no diálogo com movimentos sociais e sem manicômios.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]