[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Ela trocou a foto do Facebook — escolheu uma em que estava sorridente. “Macaca” e “escrava” foram alguns dos comentários sobre a imagem. Os xingamentos foram de pessoas desconhecidas, bastava a imagem de uma mulher negra feliz. Perto dali, no espaço sem fronteiras da internet, um falso anúncio de venda de recém-nascidos exibia a foto de outra jornalista negra. O anúncio era mentira, uma ofensa a uma mulher grávida. O racismo ganhou um novo palco: o do anonimato da internet.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vcex_social_links social_links=”%5B%7B%22site%22%3A%22youtube%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCLEnSx2zVwo3KPpCU5h64_w%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22facebook%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Fpt-br.facebook.com%2FAnisBioetica%22%7D%2C%7B%22site%22%3A%22twitter%22%2C%22link%22%3A%22https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fanis_bioetica%3Flang%3Dpt%22%7D%5D” style=”minimal-rounded” align=”right” size=”20″ width=”30″ height=”30″][/vc_column][/vc_row]