[vc_row][vc_column width=”1/3″][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vcex_navbar menu=”6″ font_weight=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O que move a atuação de nossos políticos? Se coerência político-partidária ou compromisso com causas é motivação de poucos, proteger os interesses dos patrocinadores das campanhas eleitorais parece ser prioridade de muitos. Já conhecemos a história: empresas doam muito dinheiro para apoiar a eleição de candidatos ao Congresso Nacional, à Presidência, a governos estaduais. Um vez eleitos, políticos se esforçam para garantir que as quantias retornem aos doadores — multiplicadas — na forma de contratos para realização de obras públicas ou financiamentos públicos. Esse é o roteiro de vários escândalos recentes de corrupção.

O Supremo Tribunal Federal decidiu proibir o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Um dos ministros, Gilmar Mendes, levou mais de ano para apresentar seu voto, favorável à participação das elites econômicas nas eleições. Em seu pronunciamento, o ministro se exaltou e quis impedir a fala do advogado representante da Ordem dos Advogados do Brasil, defensora do fim do financiamento empresarial. Gilmar foi vencido, mas a disputa segue viva no Congresso Nacional. Por aqui, nosso falatório se exalta também porque não temos dúvida: financiamento empresarial de campanhas garante mais para quem já tem muito e torna o sistema eleitoral pouco transparente e acessível. Não é essa a democracia que queremos.

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