Todas as mulheres

jul 28, 2016 @ 17:34|imprensa, notícia|

Por conta da epidemia de Zika registrada no Brasil, às vésperas das Olimpíadas do Rio a Organização Mundial de Saúde reiterou o conjunto de recomendações a atletas e turistas que vêm ao país para os jogos, que inclui o uso de repelentes e roupas que cubram o máximo possível o corpo e a prática do sexo seguro com o uso do preservativo, já que o aumento no número de países que registraram casos de contágio sexual pelo vírus potencializou a hipótese da sua transmissão sexual. A OMS recomenda ainda que se evite visitas às áreas mais pobres da cidade, devido à falta de saneamento básico, o que poderia aumentar o risco de ser picado pelo mosquito vetor da doença.

Gênero fala de todo mundo

jul 27, 2016 @ 20:07|imprensa, notícia|

Em meio a discussões sobre programa Escola Sem Partido, cresce também a tentativa de colocar o debate sobre gênero no fundo de uma gaveta e trancá-lo a sete chaves. Exatamente para tirar ele dessas profundezas e mostrar que gênero não é algo associado apenas à comunidade LBGT, mas a todos nós, foi que a Anis – Instituto Bioética lançou a semana especial “Gênero fala de todo mundo”.

Toda escola tem que tomar partido

jul 27, 2016 @ 19:46|imprensa, notícia|

Não conheço defensores de assembleias político-partidárias nas escolas - o que se pretende esconder não é o DEM ou o PT, mas o pensamento livre. Sem liberdade de pensamento não há democracia; sem democracia não há cidadania. Por isso, toda escola tem que tomar partido: o do justo, o da igualdade, o da promoção de um mundo sem discriminação.

#EuEmpregadaDoméstica

jul 25, 2016 @ 15:43|imprensa, notícia|

Joyce Fernandes é uma educadora. Seja como professora de história, rapper ou ativista pelo empoderamento de mulheres negras e de mulheres gordas, ela assume a responsabilidade de provocar o debate e desnaturalizar opressões. Como Preta Rara, seu nome artístico, questiona rimando na música Graças ao Arauto: “Onde estava a vergonha na cara do contratante/ Que escolheu cabelo liso e rejeitou os meus turbantes/ Fui intitulada mão-de-obra barata/ Não me enverguei graças ao ensinamento de Afrika Bambataa.”

Ainda precisamos falar sobre gênero

jul 22, 2016 @ 17:40|imprensa, notícia|

“Eu não entendo por que as mulheres ou as pessoas LGBT dizem que têm que lutar por direitos. Talvez isso fosse necessário há alguns anos, mas não hoje. Direitos iguais já existem, o que querem é privilégios”. Essa frase é hipotética, mas não é irreal. É em termos parecidos que muitas pessoas reagem hoje às demandas do feminismo ou de quem diz que é preciso falar sobre gênero. É mesmo verdade que já tivemos avanços no tempo: há 80 anos, nós mulheres não podíamos participar da política institucional, porque não podíamos votar ou ser votadas. Antes de 1962, não havia isso de igualdade entre homens e mulheres no Código Civil, e mulheres casadas precisavam de autorização expressa dos maridos para trabalhar. "

Por que falar de gênero nas escolas?

jul 22, 2016 @ 13:17|imprensa, notícia|

O debate sobre a importância da discussão de gênero nas escolas já é figurinha repetida em nossa página do Facebook. E não nos cansaremos de repetir: falar de gênero na escola é exercitar a cidadania para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres. Acreditamos que pouco importa se nascemos em um corpo sexado fêmea ou macho: temos o direito de habitar nossos corpos como desejarmos sem medo de violência e discriminação.

Considerações sobre o que chamam de ‘ideologia de gênero’

jul 22, 2016 @ 13:11|imprensa, notícia|

Terry Eagleton é um crítico literário inglês. Bem-humorado e irônico, tem, entre suas criações, a frase "ideologia é como mau hálito, só o outro tem". Passear pelas conversas sobre gênero, sexualidade, escola sem partido, religião nas escolas é enfrentar acusações de ideologia.

Pensando o Capitalismo Contemporâneo

jul 21, 2016 @ 18:17|biblioteca, livro|

Lançamento do livro "Pensando o Capitalismo Contemporâneo"

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À Margem do Corpo

jul 21, 2016 @ 18:02|biblioteca, filme|

A história se passa no interior de Goiás, entre os anos de 1996 e 1998. Deuseli tinha 19 anos quando foi brutalmente estuprada. Impedida de realizar o aborto, encerra o primeiro ato da narrativa desaparecendo da cidade onde vivia. Meses depois, é protagonista de outro crime, só que agora como assassina da filha de 11 meses. Em um ritual, para alguns histérico, para outros satânico, Deuseli reproduz a cena do estupro e afoga a filha em uma banheira. Ela morre meses depois de causa desconhecida. Entre o estupro, o assassinato e a morte, a vida de Deuseli foi recontada por advogados, médicos e exorcistas.

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Bibliografia bioética brasileira

jul 20, 2016 @ 22:22|biblioteca, bioética, livro|

Kátia Soares Braga Editora: LetrasLivres ISBN: 85-903046-1-2 Páginas: 292 DESCRIÇÃO O livro reúne a produção bibliográfica brasileira em bioética produzida no período de 1990 até 2002. O principal objetivo desta publicação é organizar o pensamento bioético brasileiro, a fim de facilitar a pesquisa e o acesso à informação em bioética para todas as pessoas interessadas no [...]

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